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Dr. Eduardo Zanetti Implantodontia · Zanetti Odontologia

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Diabetes, cigarro, medicamentos e implante: o que você precisa saber

Condições de saúde que pedem atenção no planejamento e o que levar para a consulta.

Por Dr. Eduardo Zanetti, especialista em implantodontia, CRO‑MG 63.990 · 11 de outubro de 2026

Muitas pessoas com problemas de saúde fazem implante com segurança. O que muda é o planejamento: algumas condições exigem cuidados extras, outras pedem que o tratamento espere, e poucas contraindicam o implante.

Diabetes

Com o diabetes controlado, o implante costuma ser possível. Quando a glicose está alta por muito tempo, a cicatrização e a defesa contra infecções ficam prejudicadas. Por isso, podemos pedir exames recentes, como a hemoglobina glicada, e conversar com o seu médico antes da cirurgia.

Cigarro

O cigarro reduz a circulação na gengiva e no osso. Isso aumenta o risco de o implante não se integrar e de perda óssea ao redor dele com o passar dos anos. Parar de fumar antes e depois da cirurgia faz diferença. Se não for possível parar, o risco é discutido com você no planejamento.

Medicamentos para os ossos

Alguns medicamentos usados para osteoporose ou para tratamento de câncer, como os bisfosfonatos e o denosumabe, podem afetar a cicatrização do osso da mandíbula e do maxilar. Não interrompa nenhum medicamento por conta própria. Informe quais usa, há quanto tempo e por qual via (comprimido ou injeção), para que o risco seja avaliado.

Anticoagulantes

Quem usa medicamentos que afinam o sangue também não deve suspendê-los por conta própria. Na maioria dos casos, a cirurgia é planejada mantendo o medicamento, com cuidados locais para controlar o sangramento, e, quando necessário, em contato com o seu médico.

Radioterapia na cabeça e no pescoço

Quem já fez radioterapia nessa região precisa de uma avaliação específica, porque o osso irradiado cicatriza de forma diferente.

Doença na gengiva

Quem perdeu dentes por doença periodontal tem mais risco de inflamação ao redor dos implantes. A gengiva é tratada antes e acompanhada depois.

O que levar à consulta

  • a lista de todos os medicamentos que usa, com as doses;
  • exames recentes, se tiver;
  • informações sobre cirurgias, internações e tratamentos anteriores;
  • o contato do seu médico, se fizer acompanhamento.

Com essas informações, o planejamento leva em conta a sua saúde por inteiro, e não apenas a boca.

Este texto é informativo e não substitui a consulta. A indicação de qualquer tratamento depende da avaliação individual.

Comece pela consulta de planejamento.

Você sai sabendo o que o seu caso precisa, quais são as alternativas e quais seriam as próximas etapas. Sem compromisso de iniciar o tratamento no mesmo dia.

A agenda online fica disponível a qualquer hora.

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